sexta-feira, 23 de abril de 2010

Pride and Prejudice or Love and Creation?


Tenho que admitir, adoro filmes românticos. Acho que herdei isso da minha mãe, que adora ver filmes comigo, mas se só se forem românticos. Então, sim, sou uma garota romântica, adoro os galãs, mesmo que na maioria das vezes prefira o vilão, adoro a cena em que os mocinhos finalmente percebem que se amam e que fariam qualquer coisa pelo outro. O que posso eu fazer? É um vício. Que sei que outras pessoas tem. Mas, entre tantos filmes, tem um que eu já vi milhares de vezes, e ontem terminei de ler o livro. Orgulho e Preconceito, de Jane Austen. Confesso que esse é o único caso de adaptações em que prefiro o filme. Mas como boa leitora, não posso ofender o livro. Entendi algumas cenas do filme somente depois de lê-lo. Toda mulher idealiza um homem em sua cabeça, o homem perfeito para ela... e tenho que admitir que o meu homem ideal é um Mr. Darcy, o mocinho do livro/filme. Não vou contar a razão de minha escolha, porque sei que muitas não leram ou viram o filme, o que eu acho uma ofensa ao cinema e aos livros em geral. Mas quero dizer apenas uma coisa: Mr. Darcy é um homem. E é um homem de verdade. O que eu gosto na Jane Austen é porque ela sempre fez personagens de caráter, e não um romance sem graça, mas um romance com defeitos e realidade. O que Mr. Darcy tem? Não sei. Provavelmente seja seu orgulho, talvez seja por suas poucas palavras ( toda vez que ele abre a boca, muda o rumo da história ), talvez o jeito dele falar... não sei. Mas todos nós temos o nosso direito de buscar o Mr. Darcy que desejarmos.


Ou talvez eu só esteja idealizando.

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